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RESENHA NOTÍCIAS: Gaeco em Apíuna/SC

RESENHA NOTÍCIAS

Gaeco em APIÚNA  O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) apreendeu, em 7 de julho, durante a primeira fase da Operação Pão e Circo, o celular do prefeito de Apiúna, Marcelo Doutel da Silva (PL), além do aparelho do ex-secretário de Indústria e Comércio, diversos documentos e o celular do vereador de Indaial, Dudu Cunha.Segundo o @ministeriopublicosc , a investigação descreve uma suposta estratégia criminosa atribuída a um grupo voltado ao direcionamento de licitações para eventos públicos. No capítulo referente a Apiúna, o MP afirma que há tratativas entre o prefeito Marcelo Doutel, o empresário Carlos Eduardo Cunha (Dudu Cunha) e Éder Coelho para favorecer contratações públicas. Conforme o MP, a suposta parceria resultou em cinco licitações da Prefeitura de Apiúna, realizadas entre 2022 e 2024, que somam R$ 2.169.218,20. A investigação sustenta que o valor demonstra a amplitude do esquema investigado. O documento também relata interações entre Marcelo e Dudu Cunha desde janeiro de 2021 e afirma que parte das comunicações não pôde ser recuperada por terem sido, supostamente, apagadas, além de citar encontros e conversas sobre eventos municipais. Em nota, o prefeito Marcelo Doutel da Silva negou irregularidades. Disse que “não houve qualquer tratativa ilícita” com Carlos Eduardo Cunha e afirmou que os contatos tiveram caráter institucional, relacionados apenas à organização dos eventos do município. O prefeito reforçou que “nunca participei de combinação de preços, direcionamento de licitação ou qualquer acordo para favorecer empresa” e que “não recebi qualquer vantagem indevida, e não há qualquer elemento que indique o recebimento de vantagem indevida por servidores do Município”.

Já a defesa de Dudu Cunha informou que o processo tramita sob sigilo judicial e que informações divulgadas de forma fragmentada não refletem necessariamente o conteúdo da investigação, acrescentando que o vereador permanece à disposição das autoridades. O empresário Éder Coelho, sócio da E3 Eventos e investigado na Operação Pão e Circo, ainda não se manifestou. Fonte: Mpsc/Jornal Atualidades

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